17/11/2014

Video: Ter menos para viver mais

Categoria: Videos

Video: Ter menos para viver mais

Olá, queridos leitores, tudo bem com vocês? Há algumas semanas a leitora e vlogger Nanda (Medicinanda) entrou em contato comigo pra contar uma novidade: ela gravou um vídeo em seu canal do Youtube falando um pouco sobre o estilo de vida minimalista e como o está aplicando em sua vida.

Fiquei muito feliz em ver que várias pessoas estão parando um pouco pra refletir sobre questões tão importantes como o consumismo desenfreado e as consequências negativas que o acúmulo de bens materiais causa em nossas vidas. A Nanda soube explicar de forma clara e simples sua opinião sobre o assunto e tenho certeza que vocês vão gostar de assistí-la. Para acompanhar outros vídeos dela, não deixem de assinar seu canal no Youtube.

Descrição do vídeo:

“Eu espero ter sido clara a respeito do minimalismo. Essa filosofia de vida é toda sobre sustentabilidade, maximizar as experiências na vida e desapego as coisas materiais.

Não tem algo mais libertador do que se livrar da necessidade do consumismo capitalista. Não há alívio maior em olhar o seu guarda-roupa, por exemplo, e saber que tudo que está ali você absolutamente ama e que você se sentiria bem em qualquer peça.
Eu sinto minha consciência mais leve em saber que tudo o que eu tenho é útil de alguma forma, que faço bom proveito das coisas. Assim, consequentemente, me sinto muito mais grata por tudo que tenho também.

Espero que esse vídeo seja interessante para, pelo menos, uma pessoa que o assistir. Postarei, futuramente, vídeos sobre como faço minhas escolhas minimalistas, mas como disse no vídeo, não há regras. Cada pessoa deve decidir o que é e o que não é importante pra sua vida. Minimalistas são pessoas que têm consciência e autonomia sobre as coisas que consomem, e não, necessariamente, hippies em trailers (embora essa ideia não seja ruim :p).

Enfim, obrigada por assistir e até o próximo vídeo. Por favor, tenham um dia lindo ☼”

Não é uma fofa? Se você tem algum vídeo ou texto sobre minimalismo, não deixe de entrar em contato comigo pra que eu possa divulgar aqui no blog. Até eu estou pensando em gravar algo mas… por enquanto minha timidez ainda não permite. Quem sabe um dia? Video: Ter menos para viver mais

Pra quem quiser conhecer mais a Nanda, deixo o link de suas redes sociais: Youtube | Twitter | Instagram

Uma ótima semana a todos!

03/11/2014

10 dicas para sentir-se bem

Categoria: Simplicidade

10 dicas para sentir se bem

A maioria de nós vive em uma rotina corrida, na qual mal temos tempo para sentar, descansar e simplesmente não fazer nada em silêncio. Como estou em um momento no qual estou tentando voltar ao meu ponto de equilíbrio, anotei 10 atitudes que me fazem sentir bem comigo mesma e resolvi compartilhar com vocês.

Sei que cada um tem suas fórmulas mágicas para desacelerar e se concentrar, mas seguindo uma ou mais dicas abaixo, creio que faz uma boa diferença na forma como encaramos a vida.

10 dicas para sentir-se bem

1. Meditar

2. Cuidar melhor da alimentação

3. Praticar Yoga

4. Reservar um momento para introspecção

5. Reencontrar um amigo antigo e colocar o papo em dia

6. Ajudar alguém que esteja precisando

7. Livrar-se de papeis antigos (e enviar para reciclagem)

8. Ler um bom livro

9. Organizar arquivos do computador (e deletar bastante!)

10. Desapegar de algo que esteja difícil de se libertar

E você? O que costuma fazer para sentir-se bem e voltar ao ponto de equilíbrio?

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31/10/2014

Sobre a Raiva (e outros sentimentos negativos)

Categoria: Comportamento

Sobre a Raiva (e outros sentimentos negativos)

Esta semana fui a uma palestra budista sobre Como identificar e combater nossa raiva, na UERJ e aprendi muito com as sábias palavras do monge Kelsang Drime, da Nova Tradição Kadampa.

Segundo o monge, a raiva atua em nossa mente como uma lente de aumento, piorando os aspectos negativos de uma situação que nem sempre é como pensamos. Perdemos o controle, a razão e com isso podemos colocar em risco pessoas, empregos e relacionamentos. Ficamos cegos, perdemos a capacidade de pensar racionalmente sobre o problema, e com isso acabamos tomando decisões estúpidas das quais provavelmente nos arrependeremos depois.

Mas como lidar com um sentimento que surge do nada, de forma impulsiva e que nos tira da razão? Será que é possível passar por alguma situação complicada e não sentirmos raiva, ou até mesmo ódio?

Observar como a raiva surge é o primeiro passo. Na maioria das vezes, nossa própria mente começa a distorcer a realidade exacerbando seu aspecto negativo e ignorando o positivo. Passamos a enxergar com uma lente negativa e a criar nossa própria narrativa sobre o outro, que na maioria das vezes não passa de fantasia. Claro, há situações que não ocorrem desta maneira, mas quando o outro nos causa aflição, raiva e desprezo, na verdade, nós somos os responsáveis por deixarmos que o sentimento se instale em nossas mentes.

Quem nunca ficou com raiva do transporte público cheio, da fila do banco, do atendente lento ou de um simples bom dia de um colega naquela manhã que acordamos de mal-humor? Será que a culpa é dos outros? Será que o motorista que demorou para sair com o carro assim que o sinal ficou verde merece nossa raiva? Novamente, a responsabilidade pelo que sentimos não é dos outros. É nossa.

Somos nós que nos permitimos sentir raiva. Somos nós que permitimos que a raiva dos outros nos afete. Foi criticado e achou uma injustiça? Pra que rebater de forma descontrolada? Silencie a mente, respire fundo e tente esclarecer. Além disso, o que o outro pensa sobre nós – de forma infundada – não nos diz respeito. Não devemos nos preocupar com o que o outro pensa. Não somos responsáveis pela opinião dos outros, apenas pelas nossas. Jamais deixe que o outro te desequilibre. Mantenha-se no caminho sereno e racional, refletindo se todos os motivos que o fez sentir raiva realmente são relevantes a ponto de causar mal-estar.

Muitos podem dizer que a teoria é linda, mas que a prática não é tão fácil. No entanto, no momento em que conseguimos observar as pequenas sensações desagradáveis que surgem ao longo do nosso dia e a eliminamos no início, evitamos que vire uma bola de neve. Pequenos focos de incêndio podem ser apagados assim que surgem, basta não aceitarmos tal sentimento que, aos poucos, conseguiremos lidar com outros mais complicados. É certo que nem tudo é relevável, mas se eliminarmos as pequenas aflições diárias, aprenderemos cada vez mais a lidarmos com situações mais desagradáveis.

É um desafio a ser aplicado no dia-a-dia. Agora, só nos resta observar quando o foco se inicia, para deixarmos a sensação desagradável ir embora da mesma forma que chegou. Afinal, podemos escolher absorver tal sentimento e passar o resto do dia remoendo com rancor ou simplesmente desapegarmos e continuarmos de forma leve em nosso caminho.

OBS.: Falei um pouco mais sobre a palestra no meu blog pessoal.

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